Soluções — Aula 2: Estimação de Densidade Não-Paramétrica (\(k\)-NN e KDE)
Aprendizado Não Supervisionado
Dica(Resposta) Teste 1 — Concentração de volume na hiperesfera
- ✔ Verdadeiro — Com \(D=1\), a fórmula \(1-(1-\epsilon)^D\) se reduz a \(1-(1-\epsilon)=\epsilon\); para \(\epsilon=0{,}5\), dá exatamente \(0{,}5\) — o caso trivial em que “esfera” é só um segmento e a fração de volume é literalmente a fração linear.
- ✔ Verdadeiro — Como \(0<1-\epsilon<1\), a potência \((1-\epsilon)^D\) é estritamente decrescente em \(D\); logo \(1-(1-\epsilon)^D\) é estritamente crescente em \(D\). É exatamente o mecanismo que faz a fração tender a 1 conforme \(D\to\infty\).
- ✔ Verdadeiro — O “núcleo” do hipercubo, encolhido por \(\epsilon\) de cada lado, tem volume \((1-2\epsilon)^D\) (para \(\epsilon<0{,}5\)) — uma potência de um número menor que 1, que tende a zero conforme \(D\) cresce, exatamente como \((1-\epsilon)^D\) na esfera. A fração fora do núcleo (perto da superfície) tende a 1 pela mesma razão estrutural: volume escala como (comprimento)\(^D\).
- ✔ Verdadeiro — A densidade pontual \(f(\mathbf{x})\) ainda é máxima na média (é a moda, no sentido usual). Mas a massa de probabilidade numa casca radial de raio \(r\) é proporcional a \(r^{D-1}f(r)\) (o fator \(r^{D-1}\) vem do volume da casca em coordenadas polares), que é maximizada num raio \(r^*>0\) que cresce com \(D\) — não em \(r=0\). Densidade máxima (moda) e concentração de massa (onde “a maior parte da probabilidade está”) deixam de coincidir em alta dimensão.
Dica(Resposta) Teste 2 — As fórmulas do ESL (comprimento de aresta e distância mediana)
- ✔ Verdadeiro — Para \(0<r<1\) fixo, \(1/p\to 0\) conforme \(p\to\infty\), e \(r^{1/p}\to r^0=1\). Como \(r<1\), elevar \(r\) a uma potência cada vez menor o aproxima de 1 — o comprimento de aresta necessário cresce (a “vizinhança local” precisa cobrir cada vez mais da amplitude de cada eixo).
- ✔ Verdadeiro — Conforme \(N\to\infty\), \(1/N\to 0\) e \((1/2)^{1/N}\to (1/2)^0=1\), então \(1-(1/2)^{1/N}\to 0\). Elevado a qualquer potência positiva finita \(1/p\), o resultado ainda tende a zero. Faz sentido: com infinitos pontos, o vizinho mais próximo da origem fica arbitrariamente perto dela.
- ✗ Falso — \(d(p,N)\) é a mediana da distribuição de “distância do primeiro/mais próximo vizinho até a origem”, uma estatística sobre o mínimo das distâncias de todos os pontos — não a mediana das distâncias individuais dos 500 pontos até a origem. Essas são duas quantidades completamente diferentes: a primeira descreve o comportamento do ponto mais próximo; a segunda, a distribuição de todos os pontos. O erro é confundir as duas.
- ✗ Falso — Os dois vêm exatamente da mesma identidade — volume escala como (comprimento)\(^D\) em \(D\) dimensões. É essa mesma lei de escala que faz tanto o comprimento de aresta (\(V\propto \text{comprimento}^p\)) quanto a densidade amostral necessária (\(N\propto \text{densidade}^p\), invertendo a mesma relação) dependerem de potências \(1/p\). Não são sintomas independentes — são a mesma causa geométrica vista de dois ângulos.
Dica(Resposta) Teste 3 — Concentração de medida e métricas de distância
- ✗ Falso — Contraste relativo tendendo a zero significa que \(\text{dist}_{\max}\) e \(\text{dist}_{\min}\) ficam próximos entre si (na razão) — não que qualquer um dos dois tende a zero em valor absoluto. Na prática, ao aumentar \(d\) com atributos padronizados, as distâncias absolutas tendem a crescer (mais termos ao quadrado somados), mesmo enquanto a diferença relativa entre a mais próxima e a mais distante desaparece.
- ✔ Verdadeiro — A concentração de medida é impulsionada especificamente por dimensões de ruído independentes, que diluem o sinal sem acrescentar estrutura real. Aumentar \(d\) só com atributos genuinamente informativos (correlacionados com a estrutura real dos dados) não tem esse efeito diluidor — o contraste relativo pode até se manter estável ou cair muito mais lentamente.
- ✗ Falso — A concentração de medida é um resultado geral para dados i.i.d. em alta dimensão (Beyer et al., 1999) — um dataset sintético com atributos i.i.d. mostraria a mesma tendência de queda do contraste relativo, tipicamente de forma ainda mais limpa (sem a estrutura de correlação real entre atributos clínicos que existe no Breast Cancer Wisconsin). O fenômeno não é uma peculiaridade deste dataset específico.
- ✗ Falso — A tendência qualitativa (queda do contraste com \(d\)) persistiria, mas a intensidade mudaria. Sem padronização, atributos de escala muito maior (ex.: uma variável na casa das centenas) dominariam completamente o cálculo de distância Euclidiana, distorcendo o contraste relativo medido — não seria invariável, como o item afirma.
Dica(Resposta) Teste 4 — O resultado geral \(p(\mathbf{x})=K/(NV)\)
- ✔ Verdadeiro — A suposição \(P\approx p(\mathbf{x})V\) (densidade aproximadamente constante em \(R\)) é uma das premissas centrais da derivação. Se \(R\) é grande numa região de densidade variável, o viés introduzido não desaparece com \(N\to\infty\) — é um viés estrutural da escolha de \(V\), não um problema de tamanho de amostra.
- ✔ Verdadeiro — Para \(N\) grande, a distribuição binomial fica fortemente concentrada em torno de sua média, de modo que \(K\simeq NP\) — é uma aproximação assintótica (a variância relativa \(P(1-P)/N\) diminui com \(N\)), não uma identidade exata para \(N\) pequeno.
- ✗ Falso — É exatamente o oposto — conforme \(V\to 0\) com \(N\) fixo, o número esperado de pontos capturados, \(K\approx NP\approx Np(\mathbf{x})V\), também tende a zero. Poucos pontos tornam a binomial cada vez menos concentrada em torno da média (maior variância relativa), aumentando o ruído da estimativa — mesmo que a suposição de densidade constante melhore. É a tensão entre as duas premissas da derivação.
- ✗ Falso — As duas rotas compartilham a mesma identidade geral, mas são estimadores diferentes: para uma mesma variável real, KDE com uma dada largura \(h\) e \(k\)-NN com um dado \(K\) costumam concordar no grosso da distribuição, mas divergir visivelmente nas caudas, porque um tem largura fixa e o outro adaptativa. “Vêm da mesma identidade” não significa “produzem os mesmos números”.
Dica(Resposta) Teste 5 — \(k\)-NN para densidade
- ✗ Falso — A relação é de proporcionalidade, não igualdade — a constante de proporcionalidade envolve o volume de uma esfera unitária em \(D\) dimensões, que depende fortemente de \(D\). O mesmo \(d_K(\mathbf{x})\) produz volumes \(V\propto d_K^D\) muito diferentes para \(D=2\) e \(D=30\), e portanto densidades estimadas numericamente diferentes.
- ✔ Verdadeiro — Por construção, \(p(\mathbf{x})=K/(NV)\) com \(V\) determinado inteiramente por \(d_K(\mathbf{x})\) (via \(V\propto d_K(\mathbf{x})^D\)) — o estimador não usa nenhuma outra informação sobre a disposição espacial dos \(K\) vizinhos dentro da esfera. Dois pontos com o mesmo \(d_K\) recebem, por definição, a mesma densidade estimada, mesmo que suas vizinhanças sejam, de outra forma, muito diferentes (isso também revela uma limitação: o método descarta informação sobre a distribuição interna dos vizinhos).
- ✔ Verdadeiro — É a propriedade de suavização adaptativa: numa região densa, o raio precisa crescer pouco para capturar \(K\) pontos adicionais; numa região esparsa (cauda), o mesmo aumento de \(K\) exige um crescimento muito maior do raio para encontrar vizinhos suficientes — produzindo uma variação absoluta e relativa muito maior em \(d_K(\mathbf{x})\) na região esparsa.
- ✗ Falso — Não assumir uma forma paramétrica elimina o viés de forma (a família errada), mas não elimina outras fontes de viés — por exemplo, o próprio \(K\) como parâmetro de suavização introduz viés (subestimar/sobrestimar densidade conforme \(K\) é mal escolhido), e o método sofre viés perto das bordas do suporte dos dados. “Não-paramétrico” não é sinônimo de “sem viés”.
Dica(Resposta) Teste 6 — “Isto não é uma densidade de verdade”
- ✔ Verdadeiro — É um fato matemático sobre a forma funcional do estimador — a taxa na qual \(d_K(\mathbf{x})\) cresce com a distância a pontos de treino não é rápida o suficiente para compensar o crescimento do “volume” do espaço, fazendo a integral divergir. É uma propriedade estrutural do método, não um bug de qualquer implementação particular.
- ✔ Verdadeiro — A comparação relativa (qual ponto tem \(d_K\) menor, e portanto densidade estimada maior) não depende de a função integrar a 1 — só depende de a relação \(p(\mathbf{x})\propto 1/d_K(\mathbf{x})^D\) preservar a ordem correta entre pontos, o que ela faz.
- ✗ Falso — Como a função não integra a 1 sobre todo o espaço, qualquer integral sobre uma sub-região não corresponde a uma probabilidade válida (o “total” de referência está errado). É exatamente a limitação do método: útil para comparação relativa, não para cálculo de probabilidade calibrada.
- ✗ Falso — Dividir por um máximo observado é uma renormalização pontual arbitrária — não controla o comportamento da cauda da função em todo o espaço, que é a causa raiz da divergência da integral. Uma constante de reescala finita não pode “curar” uma integral que diverge.
Dica(Resposta) Teste 7 — Janela de Parzen e kernel gaussiano
- ✗ Falso — As duas são funções de peso diferentes — uma é um corte rígido (peso 1 dentro do cubo, 0 fora), a outra decai suavemente com a distância. Não existe escolha de \(h\) que as torne idênticas; a razão de introduzir o kernel gaussiano é justamente eliminar as descontinuidades que o hipercubo produz, algo que nenhuma escolha de \(h\) resolveria dentro da própria janela de Parzen.
- ✔ Verdadeiro — A definição usual da janela de Parzen usa inclusão na borda como convenção discreta, mas qualquer convenção de fronteira é, por natureza, uma decisão arbitrária — o kernel gaussiano, por decair suavemente e nunca ser exatamente zero, não tem esse tipo de ambiguidade de borda.
- ✗ Falso — Na fórmula do kernel gaussiano, \(h\) só aparece via \(h^2\) — um \(h\) negativo produz exatamente a mesma função que \(|h|\), então não viola as condições de não-negatividade nem de normalização. O caso realmente problemático é \(h=0\) (divisão por zero, indefinido), não \(h<0\). A premissa do item está errada sobre qual valor de \(h\) de fato causa problema.
- ✗ Falso — É o oposto: a janela dura (hipercubo/uniforme) é exatamente a fonte original das descontinuidades nas bordas — o kernel gaussiano foi introduzido para eliminar esse problema, não o contrário. Trocar de volta para uma janela dura reintroduziria as descontinuidades.
Dica(Resposta) Teste 8 — \(h\) como parâmetro de suavização
- ✔ Verdadeiro — Conforme \(h\to 0\), cada gaussiana no somatório colapsa numa função cada vez mais estreita e alta, centrada em seu próprio ponto de treino, com contribuição desprezível em qualquer outro lugar — no limite, a soma se torna (proporcional a) uma soma de funções delta, uma por ponto distinto.
- ✔ Verdadeiro — \(h\) é uma largura absoluta; o mesmo \(h=1\) é uma suavização enorme (relativa à amplitude) no dataset que varia entre 0 e 1, e praticamente imperceptível no dataset que varia entre 0 e 1000. É por isso que, na prática, \(h\) costuma ser escolhido em relação à escala dos dados (ex.: um múltiplo do desvio padrão), não como um número absoluto fixo.
- ✔ Verdadeiro — \(h\) pequeno faz a estimativa depender fortemente dos pontos exatos observados (alta variância entre amostras diferentes do mesmo processo); \(h\) grande impõe uma suposição forte de suavidade que pode não corresponder à realidade (viés sistemático, borrando estrutura real como uma bimodalidade genuína). É exatamente a mesma lógica do trade-off viés-variância de qualquer escolha de complexidade de modelo.
- ✔ Verdadeiro — Conforme \(h\to 0\), a densidade estimada se aproxima cada vez mais de “picos exatamente nos pontos observados” (item a), o que minimiza qualquer métrica de erro avaliada nesses mesmos pontos de treino — um sobreajuste clássico. Sem um conjunto de validação separado, o critério empurraria \(h\) para valores pequenos demais, não generalizáveis.
Dica(Resposta) Teste 9 — \(k\)-NN vs. KDE: suavização adaptativa vs. fixa
- ✔ Verdadeiro — Se a densidade real já é aproximadamente uniforme, uma largura fixa (KDE) e uma largura adaptativa (\(k\)-NN) tendem a se comportar de forma parecida — a vantagem da adaptação só se manifesta quando há regiões muito densas ao lado de regiões muito esparsas.
- ✗ Falso — O \(k\)-NN tem seu próprio análogo desse problema: \(K\) grande demais (no limite, \(K=N\), todos os pontos de treino) também borra toda a estrutura local — a esfera cresce até englobar quase todo o conjunto, e a densidade estimada fica quase constante. Adaptação de largura não é imunidade a excesso de suavização; só muda o mecanismo pelo qual o excesso ocorre.
- ✔ Verdadeiro — A degenerescência de \(d_K\to 0\) por coincidência exata só é severa para \(K=1\), quando o próprio ponto coincidente domina inteiramente a distância. Para \(K\) moderado ou grande, o \(K\)-ésimo vizinho é determinado pela dispersão geral de muitos pontos próximos, não por um único ponto coincidente — o efeito de uma coincidência isolada se dilui.
- ✗ Falso — É o oposto da lógica correta: dois métodos independentes, com mecanismos de suavização diferentes, concordando sobre uma estrutura é evidência de que ela é real — não um artefato de um método específico. Se um estivesse capturando um artefato espúrio que o outro não captura, esperaríamos discordância entre os dois, não concordância.
Dica(Resposta) Teste 10 — Custo computacional e armazenamento
- ✔ Verdadeiro — É exatamente o contraste estrutural entre paramétrico e não-paramétrico: o ajuste Gaussiano comprime toda a informação relevante dos \(N\) pontos em \(d+d(d+1)/2\) números; \(k\)-NN e KDE, por não assumirem forma nenhuma, precisam manter acesso a cada ponto individual para qualquer consulta nova.
- ✔ Verdadeiro — Avaliar a densidade (ou encontrar os \(K\) vizinhos) em um único ponto de consulta, sem estrutura de indexação especial, exige comparar esse ponto com todos os \(N\) pontos de treino — custo \(O(N)\) por consulta, mesmo que só se queira um resultado.
- ✗ Falso — Uma estrutura de árvore acelera a busca, mas ainda precisa armazenar (de forma organizada) os próprios pontos de treino — não elimina o armazenamento, só reduz o custo de encontrar os vizinhos relevantes dentro dele.
- ✗ Falso — São problemas relacionados ao tema geral de dimensionalidade, mas não o mesmo problema: a exigência \(N>d\) é uma questão de identificabilidade/invertibilidade de um número finito de parâmetros (falha mesmo com \(N\) grande, se \(N<d\)); o custo de armazenamento de \(k\)-NN/KDE existe mesmo quando \(N\gg d\) — não é resolvido por ter mais dados, é uma propriedade estrutural de qualquer método que não resuma os dados em parâmetros fixos.
Dica(Resposta) Teste 11 — Maldição da dimensionalidade em métodos não-paramétricos
- ✗ Falso — “Não-paramétrico” não é “imune”. \(k\)-NN e KDE sofrem sua própria versão da maldição: custo de armazenamento crescente e exigência de densidade amostral \(\propto N^{1/p}\) para manter a mesma qualidade de estimativa local conforme o número de dimensões \(p\) cresce.
- ✔ Verdadeiro — Da relação densidade \(\propto N^{1/p}\), manter a mesma densidade ao mudar de \(p=1\) para \(p\) dimensões exige \(N_p = N_1^p\) — uma potência de \(N_1\) que cresce exponencialmente com \(p\) (ex.: \(N_1=100\Rightarrow N_{10}=100^{10}\)).
- ✔ Verdadeiro — Se a maldição exige exponencialmente mais dados para manter a qualidade da estimativa em alta dimensão, e cada ponto adicional precisa ser armazenado e revisitado, os dois problemas — custo de armazenamento e necessidade de mais dados — se reforçam mutuamente, não se cancelam.
- ✗ Falso — Não existe um limiar simples desse tipo que “resolva” a maldição — a concentração de medida é um fenômeno geométrico que persiste independentemente de quão grande \(N\) seja; aumentar \(N\) ajuda a mitigar o problema de dados esparsos, mas não elimina o colapso do contraste relativo de distâncias, que é sobre geometria, não sobre quantidade de dados.
Dica(Resposta) Teste 12 — \(d_K(\mathbf{x})\) como métrica reaproveitável
- ✔ Verdadeiro — É exatamente a lógica de reaproveitamento: \(d_K(\mathbf{x})\) pequeno significa região densa, \(d_K(\mathbf{x})\) grande significa região esparsa — essa mesma informação, usada para estimar \(p(\mathbf{x})\), pode orientar quais pontos “fazem sentido” conectar num grafo de densidade, sem precisar de nenhuma modificação na quantidade em si.
- ✔ Verdadeiro — Como \(d_K(\mathbf{x})\) é determinado pela densidade local, pontos na mesma vizinhança de alta densidade devem ter valores parecidos de \(d_K\) para o mesmo \(K\) — é a mesma propriedade que permite comparar dois pontos próximos numa mesma região densa e observar pouca variação em \(d_K\).
- ✗ Falso — A divergência da integral só é um problema quando se quer tratar a quantidade como uma densidade de probabilidade calibrada. Usar \(d_K(\mathbf{x})\) como métrica relativa de proximidade/densidade para conectar pontos num grafo não exige normalização nenhuma — é exatamente o tipo de uso de “comparação relativa” que já vimos ser válido sem resolver a integral.
- ✔ Verdadeiro — Como o papel estrutural de \(K\) (suavização local, nem ruidoso nem borrado) não muda entre os dois usos, é razoável usar a mesma faixa de valores como ponto de partida — mas a validação definitiva depende do objetivo específico da nova tarefa (por exemplo, a qualidade do agrupamento resultante), não só da qualidade de estimativa de densidade isolada.