|
Prefácio
|
15
|
|
Capítulo 1
|
17
|
|
Capítulo 2 Conceitos básicos
|
19
|
|
2.1 Introdução
|
19
|
|
2.2 Alguns mestres da qualidade
|
21
|
|
2.2.1 Frederick Taylor
|
21
|
|
2.2.2 W. Edwards Deming
|
21
|
|
2.2.3 Armand V. Feigenbaum
|
22
|
|
2.2.4 Josef M.Juran
|
23
|
|
2.2.5 Philip B. Crosby
|
23
|
|
2.3 Cultura corporativa
|
24
|
|
2.4 Normalização, medição e certificação
|
24
|
|
2.4.1 Normalização
|
24
|
|
2.4.2 Medição
|
25
|
|
2.4.3 Certificação em uma empresa
|
25
|
|
2.5 Gerenciamento da qualidade
|
26
|
|
2.5.1 Plan-Do-Check-Act - Pdca
|
26
|
|
2.5.2 Melhoria da qualidade
|
27
|
|
2.5.3 Gerenciamento da qualidade total
|
27
|
|
2.6 Qualidade de software
|
28
|
|
2.6.1 Garantia da qualidade de software
|
28
|
|
2.6.2 A melhoria da qualidade de software
|
29
|
|
2.6.3 Produto e processo
|
29
|
|
2.6.4 Utilização de padrões no desenvolvimento de software
|
30
|
|
2.6.5 Os níveis tecnológicos da qualidade de software
|
31
|
|
2.6.6 Métricas da qualidade de software
|
33
|
|
2.7 Considerações finais
|
34
|
|
2.8 Exercicios
|
34
|
|
Capítulo 3 Qualidade de produto e a ISO/IEC 9126
|
35
|
|
3.1 Introdução
|
35
|
|
3.2 As características da qualidade da ISO/IEC 9126
|
36
|
|
3.2.1 As subcaracterísticas da qualidade
|
37
|
|
3.3 Visões da qualidade de software
|
38
|
|
3.3.1 Visão do usuário
|
38
|
|
3.3.2 A visão do desenvolvedor
|
38
|
|
3.3.3 A visão do gerente de desenvolvimento
|
39
|
|
3.4 Avaliação a partir da ISO/IEC 9126
|
39
|
|
3.4.1 Usos da 9126
|
39
|
|
3.4.2 Métricas
|
39
|
|
3.5 O processo de avaliação
|
40
|
|
3.5.1 Definição de requisitos da qualidade
|
40
|
|
3.5.2 Preparação da avaliação
|
40
|
|
3.5.3 Procedimento da avaliação
|
40
|
|
3.6 Considerações finais
|
41
|
|
3.7 Exercícios
|
42
|
|
Capítulo 4 ISO 9000-3 e ISO 9001
|
43
|
|
4.1 Introdução
|
43
|
|
4.2 Terminologia usada nas normas da série ISO 9000
|
44
|
|
4.2.1 Relação cliente-fornecedor
|
44
|
|
4.2.2 Produto
|
45
|
|
4.2.3 Análise crítica
|
45
|
|
4.2.4 Disposição
|
45
|
|
4.2.5 Design e projetc
|
45
|
|
4.3 Qualidade de software e as normas da série ISO 9000
|
46
|
|
4.3.1 Normas ISO para desenvolvimento de software e para qualidade
|
46
|
|
4.3.2 Auditoria da qualidade
|
46
|
|
4.3.3 Documentação do sistema de qualidade
|
47
|
|
4.4 Os elementos da ISO 9000-3
|
48
|
|
4.4.1 Responsabilidade da administração (4.1)
|
48
|
|
4.4.2 Sistema da qualidade (4.2)
|
49
|
|
4.4.3 Análise crítica de contrato (4.3)
|
49
|
|
4.4.4 Controle de projeto (4.4)
|
50
|
|
4.4.5 Controle de documentos e dados (4.5)
|
54
|
|
4.4.6 Aquisição (4.6)
|
54
|
|
4.4.7 Controle de produto fornecido pelo cliente (4.7)
|
55
|
|
4.4.8 Identificação do produto e rastreabilidade (4.8)
|
55
|
|
4.4.9 Controle de processo (4.9)
|
56
|
|
4.4.10 Inspeção e ensaios (4.10)
|
56
|
|
4.4.11 Controle de equipamentos de inspeção, medição e ensaios (4.11)
|
57
|
|
4.4.12 Situação de inspeção e ensaios (4.12)
|
57
|
|
4.4.13 Controle de produto não conforme (4.13)
|
57
|
|
4.4.14 Ação corretiva e preventiva (4.14)
|
58
|
|
4.4.15 Manuseio, armazenamento, embalagem, preservação e expedição (4.15)
|
58
|
|
4.4.16 Controle dos registros da qualidade (4.16)
|
58
|
|
4.4.17 Auditorias internas da qualidade (4.17)
|
59
|
|
4.4.18 Treinamento (4.18)
|
59
|
|
4.4.19 Serviços Associados (4.19)
|
59
|
|
4.4.20 Técnicas estatísticas (4.20)
|
60
|
|
4.5 Uso da ISO 9001 para melhoria da qualidade
|
60
|
|
4.6 O TickIT
|
61
|
|
4.7 Observações finais e conclusões
|
62
|
|
4.8 Exercícios
|
62
|
|
Capítulo 5 CMM: capability maturity model
|
65
|
|
5.1 Introduçao
|
65
|
|
5.1.1 Histórico do CMM
|
65
|
|
5.1.2 Características de uma empresa imatura
|
66
|
|
5.1.3 CMM e conceitos de qualidade e processos
|
67
|
|
5.2 Conceitos básicos do modelo CMM
|
68
|
|
5.2.1 Os cinco níveis do CMM
|
68
|
|
5.2.2 Por que os níveis devem ser ordenados
|
70
|
|
5.2.3 Visibilidade do processo de software
|
71
|
|
5.2.4 Comportamento do desempenho de uma empresa
|
73
|
|
5.3 Os componentes do modelo CMM e os cinco níveis
|
74
|
|
5.3.1 As KPAs dos níveis do modelo CMM
|
76
|
|
5.3.3 Considerações sobre a definição de processo de software
|
78
|
|
5.3.4 A evolução dos processos no CMM
|
78
|
|
5.3.5 Interpretação dos requisitos do CMM
|
78
|
|
5.4 Melhoria de processos e avaliações segundo o CMM
|
79
|
|
5.4.1 O modelo Ideal
|
80
|
|
5.4.2 Modelos de avaliação
|
80
|
|
5.4.3 O contexto de aplicação do CMM
|
82
|
|
5.5 O nível 2
|
83
|
|
5.5.1 RM: requirements management (gestão de requisitos)
|
83
|
|
5.5.2 SPP: software project planning (planejamento)
|
85
|
|
5.5.3 Spto: software project tracking and oversight (acompanhamento de projeto)
|
87
|
|
5.5.4 SSM: software subcontract management (gerência de subcontratação)
|
89
|
|
5.5.5 SQA: software quality assurance (garantia da qualidade)
|
91
|
|
5.5.6 SCM: software configuration management (gestão de configuração)
|
92
|
|
5.6 Os níveis 3,4 e 5
|
95
|
|
5.6.1 As KPAs do nível 3
|
95
|
|
5.6.2 As KPAs do nível 4
|
96
|
|
5.6.3 As KPAs do nível 5
|
96
|
|
5.7 O CMM e a ISO 9001
|
97
|
|
5.8 Considerações finais
|
97
|
|
5.9 Exercícios
|
99
|
|
Capítulo 6 PSP: personal software process
|
101
|
|
6.1 Introdução
|
101
|
|
6.2 O PSP e o CMM
|
102
|
|
6.3 Os processos do PSP
|
102
|
|
6.3.1 PSPO: processo referencial (baseline process)
|
103
|
|
6.3.2 PSP1: processo de planejamento pessoal
|
103
|
|
6.3.3 PSP2: processo de gestão pessoal da qualidade
|
104
|
|
6.3.4 PSP3: processo pessoal cíclico
|
104
|
|
6.4 A utilização do PSP
|
105
|
|
6.5 Considerações finais
|
106
|
|
6.6 Exercícios
|
107
|
|
Capítulo 7 Spice - ISO/IEC 15504
|
109
|
|
7.1 Introdução
|
109
|
|
7.2 Objetivos e documentação
|
110
|
|
7.3 Estrutura do modelo de referência
|
112
|
|
7.4 A dimensão de processo
|
113
|
|
7.4.1 CUS: categoria cliente-fornecedor
|
114
|
|
7.4.2 ENG: categoria engenharia de software
|
115
|
|
7.4.3 SUP: categoria de apoio
|
116
|
|
7.4.4 MAN: categoria gerencial
|
118
|
|
7.4.5 ORG: catetoria organizacional
|
119
|
|
7.5 A dimensão de capacidade de processo
|
120
|
|
7.5.1 Nível 0: processo incompleto
|
121
|
|
7.5.2 Nível 1: processo executado
|
121
|
|
7.5.3 Nível 2: processo gerenciado
|
122
|
|
7.5.4 Nível 3: processo estabelecido
|
122
|
|
7.5.5 Nível 4: processo previsível
|
123
|
|
7.5.6 Nível 5: processo em otimização
|
123
|
|
7.6 Os mecanismos de pontuação e o perfil de capacidade
|
123
|
|
7.7 Considerações finais
|
126
|
|
7.8 Exercícios
|
127
|
|
Capítulo 8 Evoluções recentes
|
129
|
|
8.1 Introdução
|
129
|
|
8.2 ISO 9000:2000
|
129
|
|
8.2.1 Diferenças em terminologia
|
129
|
|
8.2.2 Redução de escopo e seleção de normas
|
129
|
|
8.2.3 Estrutura da ISO 9001:2000
|
131
|
|
8.2.4 Algumas diferenças em termos de requisitos
|
131
|
|
8.3 Cmmi
|
132
|
|
8.3.1 Cmmi-staged
|
132
|
|
8.3.2 Cmmi-continuo
|
133
|
|
8.4 ISO/IEC 15504
|
136
|
|
8.4.1 Nova estrutura da ISO/IEC 15504
|
136
|
|
8.4.2 Compatibilização com a ISO/IEC 12207
|
137
|
|
8.5 Considerações finais
|
137
|
|
8.6 Exercícios
|
138
|
|
Capítulo 9 Conclusões
|
139
|
|
9.1 Exercícios
|
142
|
|
Capítulo 10 Referências
|
143
|
|
Índice remissivo
|
147
|